Bom, para desespero geral da nação é ano de eleição. Mais uma vez vamos às urnas eletrônicas (em sua maioria) votar para presidente. E as escolhas estão cada vez menores. Este ano temos Dilma, Serra e Marina. Eleger Dilma é eleger seu Lula por mais quatro anos e convenhamos ninguém precisa disso. Já bastam os últimos quatro anos que ele passou envergonhando o país diante do mundo, uma vingança que ele deixou esfriar muito bem para ser saboreada.
Eleger Marina seria uma mudança. Assim como foi eleger seu Lula da primeira vez: uma promessa apagada pela troca por um clone pré-programado. Marina devia mais uma vez se inovar e largar de todo partido pré-existente e fundar o seu próprio. Apesar de o Partido Verde (PV) ser um partido mais adepto às questões sociais e ambientais ele não atende às necessidades da Marina. E se ela ganhar a eleição? Quais princípios prevalecerão?
O Serra.... ah, seu Serra... ainda bem que o Aécio Neves não aceitou ser vice pois ele perderia todo e qualquer prestígio que construiu ao longo de sua carreira política até agora. Bom, o Serra é que está em questão. Apesar de não gostar da idéia de vê-lo no poder - e isso é uma opinião própria, não necessariamente fundamentada - não posso negar que ter um clone do Fernando Henrique no poder não seria má idéia.
Diante de uma dessas revista de sala de espera, um encarte me chamou a atenção: falava apenas dos programas que o governo tem para auxiliar os menos favorecidos. Bom, verdade seja dita, em ano de eleição, a propaganda é a alma do negócio. Nada como um guia de como enriquecer às custas do governo. E quantos emails já não circularam na internet com histórias de pessoas que largaram o emprego que tinham por que era mais interessante, financeiramente, viver às custas dos "bolsa-família" e etc?!
Ao invés de realmente fazer alguma coisa, vamos todos voltar à Roma Antiga e viver de pão e circo.
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